Um gerente de produto de segurança da Trend Micro recomendou que as pessoas não comprem softwares antivírus, incluindo seu próprio. E existe uma boa razão para isso.
David Peterson, da Trend Micro, disse que apenas uma pequena parte das 10 principais ameaças de segurança hoje em dia são vírus, com downloaders, trojans, keyloggers e phishing scams preenchendo o resto da lista.
Por isso ele acredita que software antivírus "standalone" devem ser utilizados apenas por usuários que não usam a Internet com frequência, como usuários com conexão discada ou aqueles que querem proteção contra ameaças vindas de flash drives USB.
"Existe um nicho para eles, mas também existem pessoas fora deste nicho que estão comprando", disse ele. Peterson afirmou que os antivírus standalone estão aí porque o mercado os quer. "Eu gostaria que isto não acontecesse. Eu não recomendo a compra de produtos anivírus", disse Peterson se referindo à Trend Micro e produtos concorrentes.
O mais importante é a proteção completa. "É melhor você adquirir uma das suítes de segurança para a Internet", disse ele. Peterson tem quem o suporte. "A Trend está correta", disse Neil MacDonald, vice presidente e Gartner Fellow.
"Softwares antivírus standalone não são mais suficientes para proteger os usuários; entretanto, isto não significa que os mecanismos baseados em assinaturas não ofereçam valor algum. Eles apenas não oferecem o valor que costumavam oferecer e as empresas ainda não ajustaram seus preços para refletir a efetividade reduzida dos antivírus", disse ele.
"O software de segurança ideal é uma plataforma que oferece uma variedade de proteções - firewalls, antivírus, antispyware, controle de aplicações, controle de dispositivos, monitoramento de comportamento e assim por diante", disse MacDonald.
"Isto permite que as organizações escolham os estilos de proteção apropriados para seu ambiente - que pode incluir uma diferente combinação de desktops, laptops e servidores". Mesmo entre os servidores, isto pode variar dependendo da função."O antivírus é apenas um componente da plataforma de segurança".
Cybercriminosos têm usado a mais recente versão do Neosploit para infectar cerca de 80.000 sites legítimos com códigos maliciosos. Vítimas do ataque incluem sites governamentais, Fortune 500 e uma empresa fabricante de armas.
De acordo com Ian Amit, da Aladdin Knowledge Systems, entre as vítimas do ataque também estava o Serviço Postal dos EUA. Amit descobriu o ataque enquanto analisava o recém-lançado Neosploit 3.1.
Durante sua pesquisa, ele descobriu credenciais para mais de 200.000 servidores em um servidor usado pelos hackers. Estas credenciais incluíam detalhes de login da BBC, que felizmente não eram ligadas aos sites de notícias ou conteúdo.
Uma análise feita por Amit e sua equipe na Aladdin sugere que pelo menos três grupos estavam envolvidos na coleta da lista e que 80.000 destes sites foram carregados com códigos maliciosos pelos hackers como parte de uma tentativa de infectar as máquinas dos visitantes através de ataques do tipo 'drive-by'. Organizações em 86 países parecem ter sido afetadas. Elas foram identificadas depois que Amit examinou os logs do servidor.
"Destas 200.000 credenciais, quase 107.000 eram validadas pelo servidor criminoso e quase 82.000 delas eram usadas para modificar o conteúdo dos sites permitindo que os visitantes fossem atacados", informou um relatório da Aladdin.
Amit explicou dizendo: "Depois de uma investigação dos dados reunidos durante a pesquisa, percebemos que os criminosos foram capazes de colocar suas mãos no site governamental da BBC (ftp.bbc.co.uk). Se não fosse pelo fato destas credenciais não estarem associadas com nenhum material online, este incidente poderia acabar infectando os visitantes da BBC".
"Além disso, instituições como a Universidade de Bradford, uma agência de viagens (easytravelgroup.co.uk) e vários provedores e empresas de hospedagem foram afetados", disse ele. A Aladdin está trabalhando com a CERT e as autoridades no mundo todo para que as organizações afetadas sejam informadas sobre o comprometimento de seus sites.
As pragas virtuais estão cada vez mais sofisticadas, o que exige da indústria de soluções de segurança respostas mais rápidas. Segundo dados da McAfee, de 2007 para 2008 haverá um crescimento de 300% no volume de ameaças virtuais identificadas. Só no primeiro semestre do ano, a incidência já superou os anos de 2006 e 2007 somados. Com isso, a companhia acredita que os criadores de vírus gerem mais 800 mil pragas virtuais em 2008.
Por conta disso, a McAfee vai incorporar à sua linha de programas de proteção a tecnologia Artemis, que utiliza um conceito muito abordado no momento na área de TI: a cloud computing (computação em nuvem). “Artemis não é um produto novo, mas sim uma nova característica que será acrescentada à nossa linha”, ressalta José Matias Neto, gerente de suporte da McAfee para a América Latina.
Segundo ele, com a nova tecnologia (que transfere automaticamente via internet para os servidores da McAfee o trabalho de verificação de arquivos suspeitos) será possível baixar o tempo atual de criação de arquivos de identificação de novas pragas (que atualmente leva até 72 horas) para minutos ou mesmo segundos.
Ela será incorporada aos produtos da McAfee a partir de setembro, utilizada em soluções como o VirusScan Enterprise (mercado corporativo), VirusScan Plus 2009 (usuário doméstico) e Total Protection Service (para pequenas e médias empresas). Quem já possui os produtos e tem licença válida para o período de implementação da Artemis terá a atualização garantida, sem custo.
Preparem-se se o que era ruim no PC, agora migrará para a internet, é o começo do fim :(, começo a achar que o Stallmam tem toda razão, e o perigo está mais proximo que podemos imaginar, quando menos esperarmos ficaremos sem sistema e sem acesso aos dados que forem guardados na internet.
O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, disse nesta semana que não demorará muito até que o mundo veja o que ele está chamando como "Windows Cloud", algo que age como Windows mas opera através da Internet.
"Assim como nós temos um sistema operacional para o PC, telefones e servidores, nós precisamos de um novo sistema operacional que seja executado na Internet", disse Ballmer em um discurso perante ao CIGREF (Club Informatique des Grandes Entreprises Françaises), na França.
"Eu aposto como o chamaremos Windows alguma coisa. Nós o anunciaremos daqui a quatro semanas. Talvez tenhamos até mesmo uma trademark até lá. Então, por enquanto eu o chamarei de Windows Cloud. E o Windows Clous será um lugar onde você poderá executar aplicações na Internet baseadas em .NET".
Ballmer mencionou o nome "Windows Cloud" primeiro em um discurso em Londres no inicio desta semana. A Microsoft deve revelar o "Windows Cloud" durante sua Professional Developers Conference, que será realizada na última semana de Outubro em Los Angeles.
Cloud computing é a expressão do momento em tecnologia. Nomes de peso como Amazon, AT&T, Dell, HP, IBM, Intel, Microsoft e Yahoo já anunciaram planos e investimentos na área e o Gartner acaba de liberar um relatório que aponta o cloud computing como uma das três mais importantes tendências emergentes nos próximo três a cinco anos.
Mas se há um consenso de que esta é a hora do cloud computing, não é possível dizer que haja uma idéia definida comum do que realmente é a chamada computação em nuvem. As opiniões são variadas e um bom exemplo de que o conceito ainda está nublado é o divertido vídeo da fornecedora Joyent, que mostra personalidades notórias como o visionário da web 2.0, Tim O'Reilly, o editor-chefe da CNet, Dan Farber, e o co-fundador do Wodpress, Matt Mullenweg, dando visões bastante distintas sobre o tema.
Juntando tudo, cloud computing pode ser definido como um modelo no qual a computação (processamento, armazenamento e softwares) está em algum lugar da rede e é acessada remotamente, via internet.
“O que realmente significa é que alguém vai assumir a responsabilidade de entregar algumas funções de TI como serviços para alguns clientes e eles não precisam saber como funciona, eles simplesmente usarão”, esclarece Daryl C. Plummer, vice-presidente do Gartner, em um podcast da empresa de análise.
A nuvem em funcionamento Pode parecer abstrato, mas alguns serviços que usamos no dia-a-dia ajudam a exemplificar o que significa este modelo. O e-mail é um deles. No modelo tradicional de computação, suas mensagens ficam salvas no software de e-mail, dentro do seu computador.
Em contrapartida, com os e-mails baseados em web (Hotmail, Gmail, Yahoo Mail ou qualquer outro da sua preferência), você pode acessar sua conta com todas as suas mensagens - armazenada em um servidor alheio -, a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio da internet.
Aplicativos de edição de texto, planilhas, apresentação, edição de imagem e até softwares de gestão de relacionamento com clientes (como o CRM online da Salesforce.com) também estão migrando para este modelo.
E não são apenas os softwares que podem ser acessados remotamente pela nuvem. Os recursos de hardware - como processamento e armazenamento também (hoje já é comum guardarmos arquivos, e-mails, fotos, vídeos em servidores de terceiros e acessá-los remotamente pela web).
As vantagens do modelo Todas estas tecnologias que vêm emergindo e amadurecendo foram empacotadas no conceito que levou o nome de cloud computing. “Em alguns anos não vamos chamar isso de cloud computing. Não terá nome. Será simplesmente computação”, defende Luis Sena, gerente de marketing de serviços da HP Brasil.
O entusiasmo com o cloud computing e os esforços de companhias do porte das citadas no início desta matéria se devem às inúmeras vantagens que ele pode oferecer tanto aos fornecedores de tecnologia quanto aos usuários.
Em primeiro lugar, este é um modelo que prevê um melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Um dos pilares do cloud computing é a consolidação dos recursos de hardware para que eles possam ser aproveitados ao máximo e gerenciados de forma inteligente, proporcionando economia de custos.
“O mais relevante é que estamos falando de uma escala que não é mais local, mas sim global. O Google tem dezenas de data centers espalhados pelo mundo. Todos prestam serviços não a um país, mas a diversos, atendendo milhões de usuários”, define José Nilo Martins, gerente sênior de Google Enterprise para o Brasil.
A rede de varejo Amazon.com foi uma das pioneiras em entender e aplicar isto a seu favor. Para suportar a demanda das datas de pico em vendas - como o Natal - a loja online teve que investir em um poderoso parque de hardware. No entanto, fora das datas críticas, grande parte dos recursos ficava ociosa.
Desde 2002, a companhia vem experimentando com o “aluguel” desta capacidade. Em 2006, a empresa lançou dois serviços abertos ao público que a colocaram à frente na corrida do cloud computing: o Simple Storage Solution (S3), que permite ao usuário comprar espaço para armazenar arquivos online; e o Elastic Compute Cloud (EC2), que permite utilizar máquinas virtuais completas.
Os serviços não são apenas uma saída para o problema da Amazon, mas também uma oportunidade para as empresas começarem um negócio sem ter de investir na compra de equipamentos e com a flexibilidade de aumentar os recursos conforme for necessário.
Este exemplo revela outra vantagem do cloud computing: a flexibilidade. Se você precisa de mais processamento, você pode fazer um upgrade imediato de capacidade, sem precisar trocar componentes ou até equipamentos inteiros para isto. O mesmo vale para armazenamento ou até mesmo upgrades de software.
Se antes, para atualizar um software o administrador tinha que reinstalar todo o produto na máquina de cada usuário, neste modelo os aplicativos podem ser constantemente aperfeiçoados sem impactos para os usuários, uma vez que estão hospedadas em um único ponto central. Quantas vezes o Google já introduziu melhorias no Gmail, por exemplo, sem afetar a rotina dos seus milhões de usuários?
Outra vantagem deste novo modelo computacional é que ele não exige mais equipamentos potentes na ponta para acessar as aplicações. Como a parte mais pesada do processamento fica na nuvem, o usuário final só precisa de um browser e uma boa conexão à internet. “Com o cloud computing, qualquer um pode ter um supercomputador em casa”, afirma Fábio Boucinhas, diretor de produtos do Yahoo Brasil.
Desafios no ar As empresas envolvidas na promoção do cloud computing têm, contudo, alguns desafios, entre eles segurança e confiabilidade. Para que o usuário confie grande parte de seus sistemas e arquivos a um terceiro, ele terá de garantir que os dados estejam devidamente protegidos e 100% disponíveis.
Isso é ainda mais crítico quando se trata de informações empresariais altamente sensíveis, como processamento de dados financeiros. “Isso terá de ser regulado para garantir que será feito da forma certa”, alerta Plummer, do Gartner.
A forma como esses serviços serão cobrados também é outra questão importante. Fornecedores que tiveram sucesso vendendo caixas - seja de software ou de hardware - terão que migrar para o modelo de venda de serviços. “Os custos para os usuários finais serão menores”, assegura Otávio Pecego, gerente do grupo de arquitetura da Microsoft Brasil.
Para endereçar questões como esta, três grandes nomes da indústria de tecnologia - Intel, HP e Yahoo - formaram uma aliança. “Hoje as questões de segurança e confiabilidade são inibidores do modelo. A idéia é identificar como atender esses requerimentos e criar padrões”, explica Sena, da HP.
O ritmo de adoção do cloud computing será definido pela velocidade com que estas questões serão endereçadas. “Quando isso acontecer - e vai acontecer - o fenômeno vai estar em pleno efeito”, prevê Plummer.
Sempre achei o Stallman meio amalucado, mas é inegavél que alguns de seus atos radicais linuxiitas, defendendo com unhas e dentes o software livre, muitas vezes seus tiroteios e ataques de loucura sobre coisas que não se vê nada de anormal ou perigoso, se tornam verdadeiros em pouco tempo, querem alguns exemplos. :eyes:
Há alguns anos, um reporter perguntou ao Stallman, porque ele não usava celular, era um objeto prático que tornava as coisas mais faceis, Stallman respondeu que não gostava de ser vigiado ou monitorado, dando a entender que era um tipo de aparelho espião ou melhor dizendo um GPS, na época achei ele um maluco, passados alguns anos mudei de idéia sobre os pensamentos do guerreiro Cruzado do Software Livre. :P
GPS era um aparelho que em conjunto com outras tecnologias, ajudavam a localizar e a posicionar trpoas durante treinos ou combates, por ser uma tecnologia cara, apenas pelo execito norte-americano a usava, todos nós não tinhamos noção que uma parte desta tecnologia já era usada pelo fabricantes de celulares, meio que escondida e maquiada em nosso singelos aparelhos, só que nunca os fabricantes falaram desta tecnologia, o que mostra que todos nós somos tratados como cobaias, para os mais diversos experimentos, que somente anos depois a verdade vêm a tona. :irked:
Passados alguns anos o que se vê são os fabricantes falando que tal aparelho tem o recursos do GPS, para localizar o usuario e traçar rotas, você poderá falar, mas e pratico, mas um estorvo para quem não gosta de ser vigiado ou que gosta de privacidade :eyes:,
Não dá certo, não é confiavél, não se têm uma visão fisica, ou seja, não existem os votos no tradicional e arcaico papel, que servem para comprovar a população que o que acontece foi real e não forjado.
Não se esqueçam rola muito, mais muito dinheiro, quem me garante que certa quantidade de urnas não foram hackeadas. :eye: :eyes: :eyes:
O sistema eleitoral brasileiro, totalmente informatizado, merece reflexão crítica. A propaganda oficial do TSE afirma que a urna eletrônica é 100% segura.
Sigam sempre esta regra, nunca confiem em que os governantes falam, os famosos Relatórios Oficiais, neles os governantes colocam apenas e somente o que ele querem que você acredite, e a verdade nem sempre e tão bonita como os meios oficiais querem mostrar.
Voltando ao assunto do post, o Cloud Computing, apesar de não concordar 100% com o Stallmam, ele tem uma certa razão em não confiar e achar burrice esta tecnologia, não se esqueçam do apagão da Telefônica, em um ou dois dias a cidade de São Paulo praticamente parou, imagine o que não acontecerá em um futuro não muito distante, quando "tudo" estiver na internet, e realmente preocupante, o pior e que não podemos fazer muita coisa é uma tecnologia que esta sendo adotada ferozmente pelas grandes empresas, cabe a nós meros mortais usar o Cloud Computing de forma racional.
CLOUD COMPUTING O uso de programas baseados na web, como o Google Docs e o GMail, é a “pior das burrices”, diz um dos maiores defensores do software livre, Richard Stallman. Para o fundador da Free Software Foundation e criador do GNU, a Cloud Computing é uma armadilha que forçará as pessoas a comprar software proprietário.
– É uma estupidez. É pior do que estupidez: é uma campanha de marketing – disse Stallman ao jornal inglês The Guardian.
Por trás de toda a "estupidez" estão Microsoft, Google e Amazon e seus serviços de TI pela internet. Na prática, documentos e informações dos usuários ficam armazenadas junto às empresas, e não nos desktops. Para Stallman, 55 anos, os usuários deveriam manter seus arquivos "nas próprias mãos" – ou HDs. Do contrário, podem se ver tendo que pagar para acessá-los de uma hora para a outra.
– Alguém disse que é inevitável, e sempre que você ouve alguém dizer isso é bem provável que haja uma campanha de marketing para fazer isso acontecer – diz Stallman.
O crescente número de pessoas armazenando informações em servidores acessíveis na web em vez de em suas próprias máquinas torna-se fundamental para o crescimento de aplicações de Web 2.0. Milhões de usuários colocam fotos, e-mails e até seu trabalho em sites e serviços proprietários, que pertencem a empresas como a Google.
Unindo-se o fenômeno à cada vez maior oferta de dispositivos móveis com pouca capacidade de armazenamento em comparação a um desktop – como smartphones aos netbooks – a cloud computing parece a solução ideal para a falta de espaço.
Junto com a empolgação, no entanto, cresce o temor de que, um dia, o dono dos servidores em que esses documentos estão armazenados resolva fechar a nuvem e cobrar para abri-la, deixando os usuários sem acesso aos seus próprios arquivos.
Prevendo o pior, Stallman aconselha:
– A razão pela qual você não deveria usar aplicações na internet é que você perde o controle. É simplesmente um mau programa proprietário. Se você utilizar um programa proprietário ou o servidor de alguém, você fica indefensável.
Você está colocando nas mãos de outra pessoa o seu trabalho. Use softwares livres respeitados.
Os piratas que capturaram um navio ucraniano com 21 tripulantes a bordo e 33 tanques exigem resgate de US$ 35 milhões.
Eles dizem que não devolverão o navio MV Faina, seqüestrado na costa da Somália na sexta-feira, a menos que recebam o dinheiro.
Um navio da marinha russa está se dirigindo à região e os Estados Unidos disseram estar acompanhando o assunto de perto.
Na sexta-feira, o ministro da Defesa ucraniano, Yury Yekhanurov, confirmou que 33 tanques russos T-72 e uma quantidade significativa de munição estavam em poder dos piratas.
O ministério das Relações Exteriores ucraniano disse que a embarcação se dirigia ao porto queniano de Mombasa quando foi capturado.
O ministério disse que o capitão do navio relatou que havia sido rodeado por três barcos com homens armados na quinta-feira à tarde.
Autoridades da ONU estimam que resgates pagos a piratas que seqüestram navios ultrapassam US$ 100 milhões por ano.
Na semana passada, a França circulou um esboço de resolução da ONU que pede aos países do Conselho de Segurança da ONU que disponibilizem marinha e aeronáutica para combater a pirataria.
Na sexta-feira, a Rússia anunciou que começaria a fazer patrulhas anti-pirataria em águas somalis para proteger cidadãos e navios russos.
Tem havido uma onda recente de pirataria na costa da Somália.
Alguns piratas atualmente mantêm mais de uma dúzia de navios seqüestrados em Eyl, uma cidade na região semi-autônoma de Puntland.
Insurgentes na Somália lutam contra tropas governamentais, aliados etíopes e forças de paz da União Africana em Mogadishu e outras partes do sul da Somália. Não se sabe de uma ligação entre os insurgentes e os piratas.
O país não tem um governo nacional efetivo por 17 anos, levando a um colapso das leis e da ordem tanto em terra como no mar.
Os Estados Unidos têm uma força antiterror em Djibouti, que faz fronteira com a Somália, e já realizaram vários ataques aéreos contra insurgentes islâmicos acusados de abrigar integrantes da al-Qaeda.
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A história do Def Leppard foi marcada por sucessos e tragédias. Considerada como uma das bandas mais importantes do Hard Rock, ajudou a consolidar a cena musical no início dos anos 80 na chamada New Wave Of British Heavy Metal, ao lado de nomes como Iron Maiden, e superou obstáculos extremamente complicados ao longo do tempo.
Em 1979, após a gravação de uma demo, o vocalista Joe Elliot, os guitarristas Steve Clark e Pete Willis, o baixista Rick Savage e o baterista Tony Kenning assinam com a Polygram e lançam o ‘debut’ no ano seguinte intitulado “On Through The Night”. Esse primeiro álbum dos ingleses teve dois grandes ‘hits’, “Rock Brigade” e “Rocks Off”, o que serviu para apresentá-los ao público e à mídia.
Em 1981, chega “High N’ Dry”, já mais comercial, produzido e voltado ao Hard Rock, que acabaria se tornando uma das principais marcas da década e do próprio Def Leppard. Mas foi somente dois anos depois, com “Pyromania” que o grupo se tornou realmente famoso. Além de marcar a estréia de Phil Collen nas seis cordas, substituindo Pete Willis, o álbum é até hoje o mais conhecido da carreira da banda e ficou por muito tempo na segunda posição das paradas norte-americanas (em primeiro lugar estava “Thriller” de Michael Jackson).
Apesar do ótimo momento, o grupo se vê numa situação dificílima quando o baterista Rick Allen perde um braço em um acidente de automóvel. Após alguns anos para se recuperar, Allen, perseverante, não desiste de ser baterista e adapta o instrumento a sua nova condição, seguindo em frente com o Def Leppard.
Lançam “Hysteria”, em 1987, e conseguem uma boa repercussão, principalmente com faixas como “Animal”, “Love Bites” e “Run Riot”. Infelizmente, são pegos de surpresa com outra péssima notícia: O guitarrista e principal compositor, Steve Clark veio a falecer por problemas com álcool.
O Def Leppard fica mais um tempo para se reerguer e, somente em 1992, após a entrada de Vivian Campbell (Dio e Whitesnake) no ‘line up’, lançam “Adrenalize”. Mesmo estando bem menos pesado, o trabalho ainda agradou bastante os fãs. No ano seguinte saiu “Retro Active”, um disco que, apesar de trazer material inédito, não era nenhuma novidade, já que seu ‘track list’ era recheado de composições que saíram em EPs ou que não haviam sido usadas nos trabalhos anteriores. Já a coletânea “Vault” saiu em 1995.
Um ano depois, chega “Slang” um álbum que dividiu o público e não causou grande impacto. O Def Leppard, no entanto, recuperou o prestígio com os fãs em “Euphoria”, em 1999. Canções como “Demolition Man”, “All Night” e “Desintegrate” mostram o guitarrista Vivian Campbell mais entrosado e muito mais criativo.
Em 2002 chega “X”, o décimo álbum da carreira do grupo, que já estreou direto na 11º posição das paradas da Billboard, provando que, apesar dos contratempos, o Def Leppard ainda tem muita história pela frente.
O disco do Def Leppard - Yeah! , pode ser um CD de covers, mas que vale a pena conferir.
Está excelente!!!
Destaque para as faixas "20th Century Boy", "10538 Overture", "Drive-In Saturday" e "Hanging On The Telephone" e a belissima "No Matter What". :sing:
CD: Yeah! Ano de lançamento: 2006 Tamanho: 44mb Qualidade: 128kbps - Def Leppard - Yeah! ( 2006 )
01 20th Century Boy (T.Rex) 02 Rock On (David Essex) 03 Hanging On The Telephone (The Nevers/Blondie) 04 Waterloo Sunset (The Kinks) 05 Hell Raiser (Sweet) 06 10538 Overture (Electric Light Orchestra) 07 Street Life (Roxy Music) 08 Drive-In Saturday (David Bowie) 09 Little Bit Of Love (Free) 10 The Golden Age Of Rock 'N' Roll (Mott The Hoople) 11 No Matter What (Badfinger) 12 He's Gonna Step On You Again (John Kongos) 13 Don't Believe A Word (Thin Lizzy) 14 Stay With Me (Faces)
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